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docarlos

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06.05.19

A ROLHA DE CORTIÇA


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Um milagre sucedeu no país, nestes últimos quatro anos: o PS esteve quase sempre no mesmo rumo, tirando um ou outro caso, mas agora, voltou ao normal.

Tal como uma rolha de cortiça, zigazeando ao sabor da corrente, com mais peso (na direita) de um lado, como um batoque, aí está ele a trair os seus ideais, os seus eleitores, os seus militantes, os seus parceiros de acordos parlamentares e o povo.

Agora com o recuo da extrema direita e direita liberal, todos sabemos, de que os professores e outros trabalhadores do Estado, ainda não vão ver justiça.

P"S"....., pára, ou vais desaparecer!

21.04.19

A INGLÓRIA TENTATIVA REFORMISTA


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Certos politicos auto-proclamados, de Esquerda, fazem o discurso da transformação da UE, pela via de melhores condições de trabalho e de outros bens comuns aos povos.

Nada mais errado, ou antes, nada mais do que oportunismo para continuar tudo na mesma. Esta União Europeia, é do capital e não serve os povos. Continua dividida em países, onde apenas circulam livremente, pessoas, bens e dinheiro, e pouco mais de metade do Continente serve, nem mesmo o €uro a abrange na totalidade.

Pretender transforma-la por dentro, é lutar quixotiscamente contra moinhos de vento. Lutar sim, concertadamente até, mas com o objectivo de a destruir, tomar o poder não seus países e, então, reconstruir uma Europa, una nas diferenças, democrática e a caminho do socialismo.

04.04.19

PORTUGAL DOS TRISTES


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A respeito dos novos tarifários dos transportes públicos

A inveja, faz parte do quotidiano de muitos portugueses, mas não é esse o maior dos problemas. Geralmente, aquilo que poderia ser essa manifestação tão própria dos portugueses, não passa de serem formas de ataque a tudo o que é justiça social.

Compreende—se portanto, que alguém que estude ou trabalhe a alguns quilômetros da sua aldeia, veja com maus olhos as benesses dadas aos residentes nas grandes áreas metropolitanas, mas já não se compreende, ou antes, não se pode aceitar, que alguém que viva no Litoral, principalmente nas AML ou Porto (e se for oriundo da província, muito menos), condene uma medida dessas, esquecendo que é ali que se concentram as grandes comunidades de trabalhadores por conta de outrem. 

Trata—se nestes casos, de mera arrogância a respeito daquilo que é feito aos impostos que paga, esquecendo que quanto menores forem os gastos dessas famílias, mais todo o país, incluindo o interior, se desenvolve. São pessoas que nunca andaram de TPs, que têm carro próprio para eles e familiares, que nunca perderam uma lagosta, um cinema, umas férias por falta de dinheiro. São os entregam o filho (nunca mais do que um), nos Colégios Privados. São aqueles que choram o dinheiro que eventualmente irá para leite (porque quem o gasta em drogas, viaja à candonga), mas aceitam pacificamente é até concordam com o que vai para os bancos.....

........São as "bestas" que empatam "f..d..s" no avanço civilizacional e humanista.

 

17.03.19

A DIALECTICA DO TACHO


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Por falar na igualdade dos políticos, que é como quem diz, na paridade destes no acesso ao tacho, corrupção e outra formas de encher o bolso, deve—se esclarecer o leitorado e o eleitorado, de que muitas coisas não são, como nos querem fazer crer e, outras são, porque têm de ser, senão de nada serviriam as consultas eleitorais.

Mudar ministros, e até o PM, rejeitar OE e Programa de Governo, não chega, nem de nada serve. «O Estado anda, não graças aos Ministros, mas sim a milhares de funcionários», que se limitam a cumprir leis, circulares e vontades das chefias (disse—nos Lenine em o Estado e a Revolução), ou seja, será necessário mudar tudo isto, para que as coisas mudem, daí a Revolução, seja, a mudança da estrutura.

Mas no sistema de ricos e pobres, os partidos apresentam uma lista de candidatos a deputados, que são integrados no parlamento, consoante o número de votos válidos em cada uma das listas e não nos candidatos, mercê de um sistema matemático (Hondt). A partir daqui, governam um ou mais partidos, ou independentes que possam reunir o apoio maioritário parlamentar, que exercerão uma política previamente apresentada ao eleitorado e AR. Essa política, tem de ser exercida sob a batuta de pessoas de confiança dos governos, o que de imediato, dá legalidade moral à saída de uns e entrada de outros. Se isto não se fizer, ninguém consegue governar com recurso à sua ideologia, o que levaria a boicotes sistemáticos (1974/75). Ponto.

A questão que se mete então, e que tanta tinta faz correr, é a da competência, queixando—se o Zé, de que os Deputados e governantes nada fazem e o que querem é "tacho", questionando portanto, porque não deixar estar quem é competente, independentemente do partido?!

Ora, neste aspecto, não são todos iguais. As listas, que deveriam ser apresentadas com diversos especialistas nas variadas vertentes das macro economia, ciências sociais, cultura, educação, etc., em lugares que garantissem a eleição, nalguns, é metida gente a quem se devem favores, ou que garantam favores a outros, que é o mais vulgar, porque o problema, não está nos políticos dos tachos, naquilo que eles ganham, mas no que dão a ganhar a outros. Ninguém viu um R. Salgado, mas viu—se um J. Socrates, a governar, no entanto, foi o primeiro que levou milhares de milhões, enquanto o segundo, terá (ainda falta provar), levado 40 M€.

Portanto, a grande questão, o que está em dialética, é o governante tachista, o corrupto, o que faz compadrio, o vaidoso/invejoso que pretende engordar conta bancária, e o competente dentro da sua area ideológica.

Dois exemplos: M. Centeno, é muito mais competente, do que M. Luís, na área de Direita (Gaspar era competentissimo na área fascista); Carlos Carvalhas, muito mais competente do que Mariana Mortágua, se considerarmos o BE um partido à Esquerda.

O problema então, está na resistência que alguns competentes dão às pressões que sofrem, sendo aí, que grande parte deles escorrega, cedendo a troco da fama, do dinheiro, de bens, aos poderosos, aos "donos de tudo isto". Mas eles estão lá, por pouco tempo, sucedendo—se uns aos outros dentro do tacho, por dois motivos: todos dessa laia querem uns trocos e, por esses trocos, os verdadeiros beneficiados, não estão interessados em dar mais. Um tachista, um corrupto, ao primeiro favor, leva milhares, ao segundo, milhões (se eles se sucederam ininterruptamente, as "luvas" são mais baratas).

Resta—nos lavar os tachos, para não tornarem, ou ficarem sem brilho. Para isso, basta escolher entre competentes e incompetentes, dentro da ediologia que nos representa, é que vemos irá defender os nossos interesses. 

06.03.19

AQUECIMENTO GLOBAL


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Não estará na hora de......

Começo a crer, que estamos todos a olhar para trás, a tentar remediar o irremediável.

O aquecimento global, não é mais do que o preço que a natureza está a cobrar pelo progresso. Então, não estará na hora  de olharmos para o futuro, e preparar—nos para as consequências, lidar com elas, e pôr, p ex, a agricultura com temporização adequada às novas condições !?

17.02.19

JÁ REPARARAM?


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Então, tomem atenção!

Quando falam na`s TV`s da Venezuela, e mostram imagens do pseudo presidente em faladura, imediatamente antes ou depois, mostram as multidões dos Comícios do Maduro, nunca focando as duas situações em simultâneo. 

Em situação inversa, as últimas imagens de Maduro, têm sido nas conferências de imprensa.

Truques, que me fazem lembrar o milhão?!!!, de peregrinos em Fátima, num recinto onde cabem cerca de 70 000 pessoas....

 

 

 

 

27.01.19

UMA SEMANA DEPOIS....


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 Após uma semana, em que não abri a boca ou fiz escritura sobre o assunto, entendo que chegou a hora de dizer algo sobre os acontecimentos do bairro da Jamaica e suas consequências, ou antes, para não dizer muito, será melhor falar sobre as origens dos mesmos.

Temos que recuar aos anos 80, 90 e à primeira década deste século, para lembrar que:

— Na onda dos retornados, vieram a boiar muitos refugiados, por estes intimidados.

— Foram chamados, alienados, muitos imigrantes para a construção da Expo 98 e mais tarde dos Estádios.

— Que aos primeiros, nunca foram facultadas casas, negócios ou trabalho legal, como aos retornados.

— Que para os segundos, quando terminaram as obras, nunca mais houve trabalho.

— Que aos filhos de uns e outros, foram cortadas as "pernas".

— Que os subsídios, tipo SRI, não dão para qualquer vida digna.

— Que o caminho mais rápido para a juventude com tlm's e discotecas, é a droga.

Juntando a tudo isto a lavagem cerebral a que os nossos jovens polícias são sujeitos, é claro que o cacete, por motivos idênticos, bate duas vezes no preto e uma no branco.

A Polícia não é racista, os polícias não são racistas, mas não tenhamos dúvidas: quando actuam em conjunto, tipo grupo organizado, são racistas!

 

 

 

20.01.19

SE EU SOU, TAMBÉM ÉS


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A propósito do já famoso contrato entre a Câmara de Loures e uma empresa em Nome Individual, propriedade de um indivíduo que, por acaso, é familiar indirecto (genro) do Secretário Geral do PCP, tenho que deixar no ar, uma série de perguntas a todos os cidadãos deste país:

— Alguém se lembrou de perguntar ao citado empresário a sua filiação partidária?

— Alguém já parou para pensar, se fosse eticamente repreensivel um empresário ou trabalhador, ser de um partido ou ter familiares em partidos nos lugares chave, não havia quem trabalhasse nos, ou para, instituições públicas?

— Alguém já analisou em termos económicos, quanto deixou a Câmara de Loures de pagar pelo mesmo serviço?

— Alguém já comparou esta situação, as suas vantagens, a outras no género, com desvantagens para o erário público?

— Alguém já tomou noção, de que os pagamentos auferidos por uma empresa por prestação de serviços, não podem ser comparados a salários, mesmo que esta seja em Nome Individual, pois têm de incluir custos de peças de substituição, ou novas, transportes, impostos e salários de diversos pessoas, quando as há?

Tudo serve para atacar, quando não há argumentos!

11.01.19

PROCURA—SE A DEMOCRACIA


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Fica bem vincada a posição dos nossos governantes: sobre democracia, nikles!

Elegemos pessoas, que não nos representam em nada (a maioria delas), porque ainda há alguns que o fazem.

As posições do PR e agora do Governo, são completamente anti constitucionais: o primeiro por representar o país na tomada de posse de um neo—fascista e, o segundo, por se recusar a participar na tomada de posse de um Presidente eleito, dum país tradicionalmente afecto a Portugal, onde estão muitos milhares de imigrantes, cujo único "pecado" será ser anti imperialista. 

Creio ser chegada a altura dos Partidos, que têm sustentado o Governo  PS, se imporem, e obrigarem os nossos governantes a cumprir promessas e, sobretudo, a Constituição.