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docarlos

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24.12.15

O ESTADO E O EX BANIF


docarlos.blogs.sapo.pt

Estou-me marimbando para que o défice ultrapasse os 3% ou não: não passa de uma chachada inventada pelos senhores do dinheiro. Para mim, um dėfice de 0,1 ou x10%, é igual ao litro, ò quilo ou à arroba. O défice, só tem influência, porque o país se financia nos mercados secundários, onde o valor dos juros, flutua desordenadamente, elevando-se muito acima do razoavel, prejudicando as finanças tradicionais. Daí, o FMI, TROYCA, etc., emprestando segundo condições, a juros fixos. Condições essas, que obrigam os países devedores, a entregar nas mãos dos verdadeiros capitalistas, a economia e a vida de milhões de pessoas. Nisto tudo, o que mais odio provoca, é termos de ser nós todos (eu até nem sou cliente do BANIF, como não era do BES, do BPN ou do BPP), a pagar a um banco estrangeiro, para ficarem com o banco falido. O Governo, cometeu um erro. O Governo de Costa, começou cedo a tomar opções de classe, que até nem representa, e que lhe podem custar a governação a curto prazo. A integração do banco madeirense na CGD, garantia os postos de trabalho e os depósitos, e evitava a sujeição do país a Bruxelas (por favor, ainda podemos ser nós. A Inglaterra ou a França, ou a Alemanha, nunca teriam tomado esta opção, mesmo indo contra o que impõe aos outros). ......, e agora com a TAP, como vai ser, António Costa?