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docarlos

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06.12.15

DEIXEM-SE DE TRETAS DEFICISTAS


docarlos.blogs.sapo.pt

A questão do défice, é uma treta para desculpa dos roubos que se fazem em impostos. Diminuir o dėfice é impedir que o país aumente o seu PIB para niveis que se possam considerar sustentaveis às necessidades do mesmo. Diminuir o défice num país dependente, é torná-lo ainda mais dependente. Diminuir o défice em Portugal, agora, é não produzir para se consumir os excedentes do Norte da Europa. No entanto, o défice, é essencialmente constituido pelo preço da divida, bastando para isso, que Portugal pagasse metade dos juros, e veriamos o mesmo descer para niveis exigiveis pela Zona Euro.

A esquerda, está no bom caminho. A reversão das privatizações, é o sinal de que algo pode ser feito , sem haver preocupações de maior com o défice (se calhar em ser respeitado, ė, senão, ninguém morre por isso), mas todos sabemos, que não o vai ser, pois é uma treta da direita, e não é num mês que se vai conseguir aumentar as receitas (a única maneira, eram essas mesmas privatizações), privatizações essas, que impedem o Estado de controlar sectores estratėgicos e obter receitas, que vai ser obridado a pagar em forma de compensações, às empresas e socialmente com os incomodos que as restruturações em horários e bilhetica vão provocar, ou seja, cobre o défice de 2015 e agrava daqui para a frente. Assim, vale mais não cumprir agora e, depois, ir progredindo até à optimização.

Quer a nivel capitalista, quer a nivel da caminhada para o socialismo, o Governo actual, está bem servido em questão economica. BE e PCP e o próprio PS, têm no seu seio aquilo que António Costa precisa: gente formada nas melhores universidades e em simultâneo, com formação marxista. António Costa, nem nenhum PM, tem a obrigação de ter conhecimentos sobre tudo. Tem sim, de ter conhecimento dos dossiers, mas não da maneira especifica de serem trabalhados. O PM, tem sim de se rodear de pessoas sérias e competentes e, não há desculpa para não o fazer, para poder cumprir a sua missão: coordenar o Governo. As dificuldades, vão ser muitas, mas vontade não falta.

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