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docarlos

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20.01.19

SE EU SOU, TAMBÉM ÉS


docarlos.blogs.sapo.pt

A propósito do já famoso contrato entre a Câmara de Loures e uma empresa em Nome Individual, propriedade de um indivíduo que, por acaso, é familiar indirecto (genro) do Secretário Geral do PCP, tenho que deixar no ar, uma série de perguntas a todos os cidadãos deste país:

— Alguém se lembrou de perguntar ao citado empresário a sua filiação partidária?

— Alguém já parou para pensar, se fosse eticamente repreensivel um empresário ou trabalhador, ser de um partido ou ter familiares em partidos nos lugares chave, não havia quem trabalhasse nos, ou para, instituições públicas?

— Alguém já analisou em termos económicos, quanto deixou a Câmara de Loures de pagar pelo mesmo serviço?

— Alguém já comparou esta situação, as suas vantagens, a outras no género, com desvantagens para o erário público?

— Alguém já tomou noção, de que os pagamentos auferidos por uma empresa por prestação de serviços, não podem ser comparados a salários, mesmo que esta seja em Nome Individual, pois têm de incluir custos de peças de substituição, ou novas, transportes, impostos e salários de diversos pessoas, quando as há?

Tudo serve para atacar, quando não há argumentos!

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