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docarlos

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08.03.21

BALANÇO DA "PANDEMIA"


docarlos.blogs.sapo.pt

Com 14 meses de pandemia (oficiais) no planeta, e 4 dias depois de fazer um ano do aparecimento do primeiro caso em Portugal, os dados percentuais de casos confirmados, activos, letalidade associada e mortalidade representativa em relação às população, às 00.00h do dia 6, demonstram perfeitamente o exagero em que se caiu um pouco por todo o lado.
Vamos aos dados, para depois discorrer um pouco sobre os mesmos: o que representam, o futuro e como, na minha opinião, deveria ter sido encarado este coronavírus.

MUNDO
Casos confirmados: 1,44 %
Letalidade: 2,22 %
Mortalidade: 0,033 %

PORTUGAL
Casos confirmados:. 7,88 %
Activos:. 0,60 %
Letalidade:. 2,04 %
Mortalidade:. 0,16 %

Ponham-se de lado os alarmistas e oportunistas, surgidos com aquilo a que chamam de pandemia. Os primeiros, ignorantes por natureza, fariam muito melhor figura, se pensassem, em lugar de "obedecer" cegamente aos segundos.
Alguém a quem se deve a "liberdade" do nazismo, disse que " a morte duma pessoa, era uma tragédia, mas a morte de 1 milhão, era estatística" e nada mais é do que isto. Se na realidade a morte dum familiar ou amigo, é profundo desespero, choro, luto e saudades, por vezes um vazio tão grande, que até dificuldades económicas e sociais, pode trazer; já estariamos muito mal, se os políticos parassem para chorar e fazer o luto pelos cidadãos que morrem no seu conjunto diário, ou durante uma crise; e dos militares, nem será para fazer juízos de valor, pois os generais numa guerra, nem tempo têm para pensar nos seus homens, individualmente.
Todos eles, políticos e militares, são obrigados a estudar números e estratégias de combate, procurando compensar os danos com vitórias sobre o inimigo, sabendo que há sempre perdas e que, é com elas, que se conseguem compensações.
Assim, também nós, cidadãos comuns, se formos inteligentes, temos de encarar as crises, não do ponto de vista do familiar, amigo ou vizinho, que morre durante a pandemia, mas do conjunto de pessoas anónimas que morrem. Se hoje tiver o azar de perder uma pessoa chegada, choro, como ser humano que sou, mas no dia seguinte estarei aqui a defender o mesmo.

Em 2019, morreram no mundo 19 milhões de pessoas por cancro, 52 milhões por fome ou doenças derivadas da subnutrição, 4500 pessoas morrem diariamente por tuberculose, 1,35 milhões morrem em acidentes nas estradas...., com o carimbo COVID, morreram até agora, 2 592 658 pessoas, que em relação aos oficialmente contagiados, representam pouco mais de 2% e 0,033 % da população mundial. Os próprios positivos, os oficialmente confirmados e apresentados, representam no mundo, 1,44 %. Curiosamente, os números são maiores nos países desenvolvidos, mas se tivermos em conta que a testagem, com ou sem rigor, apresenta números inferiores à realidade, então todas as outras percentagens baixam, indiciando ainda mais, o ridiculo do panalarmismo.
Aliás, ao fim deste tempo (espaço em que a minha opinião vem mudando, conforme o conhecimento que obtenho), cada vez me convenço mais da manipulação que é feita dum vírus, que na realidade existe e das consequências dele perante determinadas doenças, causando mesmo a morte em alguns casos: 2/100 confirmados (se os dados iniciais estiverem certos, serão 2/500; menos nos países desenvolvidos, muito mais no terceiro mundo).
Tudo indica, que ao confinar, baixam a testagem prepositadamente, para demonstrar resultados do mesmo: menos testes, menos casos, menos internamentos COM covid-19, e menos mortes COM covid-19. Entretanto, os confinamentos sucedem-se, causando perturbações na economia ao bom geito do poder.

Se for este o caso, daqui a umas semanas, após análise sobre o estado do mercado produtivo, comercial, de trabalho e despesas sociais, chegarem à conclusão de que ainda não é satisfatório (e não irá ser), após desconfinamento, virão os testes em massa e mais casos para poderem impor mais confinamentos (uma ressalva aqui, para lembrar de que a própria OMS, põe em causa a eficácia dos testes PCR, que devem ser utilizados como auxiliares de diagnóstico e não, como diagnóstico em si). Tudo isto, só terminará com o famoso "great reset" capitalista, onde os neo capitalistas cilindrarão o velho estabelecimento, refundando a economia para mais uns séculos.

Em questão de saúde pública, se fingirmos que não foi conspirativo, somaram-se erros atrás de erros. Este é mais um vírus (agressivo sem dúvida, sobre algumas doenças, sendo a mais notória, as cardio respiratórias, pois dá cabo dos pulmões através de grau elevado de pneumonia), como tantos outros que vai ficar entre nós e com o qual vamos aprender a viver.
Se assim é, porque não deixá-lo seguir o seu caminho, e rápido, protegendo realmente os mais frágeis, evitando mortes, internamentos e sobrecarga dos serviços de saúde?
Falando sobre o SNS, uma vantagem portuguesa sobre grandes países, a sobrecarga foi e é, humana e não material (os serviços têm cerca de 16 000 camas, os ventiladores devem já rondar os 2000 e ignoro os aparelhos ECMO existentes, sabendo apenas que existem três centros hospitalares equipados com eles), e o défice humano, pode ser facilmente colmatado com a requisição dos privados e do tempo que os profissionais do público, fazem também no privado. Ora, nada disto esgotou e, dificilmente esgotará; falhou em alguns países, p ex Itália, porque apesar de terem bons serviços, estes são privatizados e não são integrados num SNS.
A nível global, se compararmos casos ou mortes com as populações, chegaremos a comparações muito interessantes; comparações que os OCS, como voz do dono, nunca nos dão, a não ser exporadicamente e nunca como notícia de primeira linha.
Ainda há poucos dias, o Brasil tinha pouco mais de metade dos casos de Portugal e, por sua vez, 23% de óbitos a mais. Os EUA, com os alarmantes quase meio milhão de mortos, afinal, tinham menos 392 que Portugal. A Itália, tinha mais 236 mortos que nós, e no entanto, foi-nos mostrado todo um cenário de terror. Espanha, menos 4552...., enfim, os cenários de terror, foram isso mesmo, cenários (era bom uma investigação internacional, para saber o que se passou com valas comuns nos EUA e os camiões militares carregados de caixões em Itália. Já no Brasil, convinha fazer uma investigação à Globo.
Entretanto os chineses, cubanos, vietnamitas e, até o Botão, começaram a tratar o SARS-COV-2 por tu: como? Porque souberam desde o início lidar com a epidemia; em Wuanne, confinando uma região inteira, com auxílio por outros, os demais, com estudo e boa politica. Chama-se a isso, organização e respeito pelos mais velhos e os doentes e, ainda, o não alinhamento na eutanásia internacional (em Portugal, mais de 13 000 dos óbitos COM covid-19, são de pessoas com mais de 60 anos, portanto, com já cerca de 75 % da esperança de vida passada).
Resumindo o problema SARS-COV-2, trata de um ataque viral, normal, que está a ser empolado pelos OCS, como vozes de uma manipulação sem precedentes. Como chegou esse vírus até ao humano, é a grande questão: passagem directa ou indirecta do mundo selvagem?, com ajuda laboratorial (engenharia genética para adoção)?, Total manipulação e artificialidade? Perguntas que um dia terão resposta. Para já, sabe-se que os "donos" do mundo, o grande capital, estão a usar a crise sanitária, para resolver a sua própria crise financeira, mas impossivel, mesmo que façam o tão famoso "reset", porque a origem da crise é a própria essência do sistema, com a criação da sobreprodução em procura do lucro máximo na competição dos mercados. Ao fazerem o "great reset", apenas voltam ao início, recomeçando a loucura.

Os confinamentos parciais, utilizados em diversos países, só têm como objectivo a falência das PME, com o subsequente desemprego e a miséria para milhões de pessoas. Estes, só poderiam ter êxito, se fossem totais, coisa impossível para a sobrevivência.

Sem confinamentos, e com uma testagem de rastreio séria, o contágio para além de mais rápido no caminho para a imunização da população, poderia ser contido nos casos mais vulneráveis, evitando assim a saturação dos serviços de saúde.

Mas a questão é económica, e a pandemia (pandemia em termos de expansão contagiosa, mas não nos números), é apenas um instrumento para implementar um regime pseudo democrático, onde milhões de pessoas, sobreviverão do RBI, e as novas tecnologias se encarregarão da produção.

Chegou a hora da mudança. Uma mudança real de poder, onde as massas trabalhadoras tenham, em real democracia, a capacidade de dicidir das sua vidas, independentemente de serem ou não produtivas, pois o mundo cada vez é mais de serviços. A aliança operário/camponesa, já não faz sentido, mas a palavra de ordem "proletários de todos os países, uni-vos", faz por si, mais sentido do que nunca, num mundo com milhentas de profissões e milhões de assalariados.